A Cultura de Prevenção de Perdas da Unnity Seguros auxilia na redução de acidentes e prejuízos

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Entrevista originalmente publicada para a revista Fetrancesc.

Mais do que segurar o veículo, é preciso prevenir que ocorram acidentes e, consequentemente, as perdas. Por isso, a Unnity – Consultoria e Corretagem de Seguros investiu na Cultura de Prevenção de Perdas, um programa que possui metodologia exclusiva e beneficia diversas empresas. Com este projeto inovador, atua junto ao cliente com técnicas e ferramentas sobretudo para evitar acidentes. Mas, no caso de eles serem inevitáveis, oferece a assistência que o segurado precisa.

O sócio e diretor comercial da Unnity, Cristiano Oliveira, explica que este projeto foi desenvolvido pela vivência, conhecimento e resultados construídos ao longo de 25 anos de carreira na área de Gerenciamento de Riscos.

 

Fetrancesc – Qual o propósito desta iniciativa? 

Cristiano –  Bilhões de reais são perdidos a cada ano no Brasil graças a prejuízos relacionados a falta de segurança. Em um país onde o índice de desastres naturais é baixo, 99% das perdas são geradas por negligência e imprudência, e com certeza poderiam ser evitadas. Por isso, o foco desta ação é orientar e alertar os empresários de todo e qualquer segmento de mercado sobre a importância de conhecer e avaliar de forma cautelosa e minuciosa sua exposição aos riscos em seus respectivos mercados. Outro objetivo que temos com isso é de minimizar riscos de perdas de vidas humanas, danos materiais e financeiros irreversíveis às instituições, além de promover um ambiente que proporciona a troca de conhecimento e integração entre todos os setores das empresas.

 

Fetrancesc – Quais ações fundamentam esta cultura? O que é realizado?

Cristiano – Na prática, a Cultura de Prevenção de Perdas da Unnity envolve desde o processo de contratação e seleção dos profissionais com o RH das empresas, até consultoria e orientação para constituição e atuação do Comitê de Prevenção de Perdas (CPP). Também passa pelo acompanhamento e análise minuciosa das perdas e prejuízos operacionais e financeiros. O CPP é composto por, no mínimo, um gestor de cada departamento da empresa. Esta estratégia, a médio prazo, promove a comunicação entre os departamentos e implementação da Cultura de Agir Preventivamente em todas as etapas do atendimento ao cliente.

 

Fetrancesc – Esta cultura contribui efetivamente para a redução de acidentes e perdas? 

Cristiano – Ao longo destes 25 anos de experiência, nosso trabalho contribuiu com a redução de até 90% nos índices de acidentes, 70% nos índices de avarias, 60% na redução de eventos de roubos e principalmente na orientação dos empresários e suas equipes na importância de atuar de forma estratégica, adotando medidas simples que possibilitam identificar preventivamente em todas as etapas da cadeia logística, reduzindo de forma drástica pequenas, médias e grandes perdas, que costumamos chamar de “severidade”.

 

Fetrancesc – De que forma este projeto da Unnity contribui para o Transporte Rodoviário de Cargas? 

Cristiano – Este segmento tem grandes desafios quando se trata de segurança. Recentemente um estudo da Joint Cargo Commitee (comitê de seguradoras de Londres) colocou o Brasil em 25º lugar na relação dos países mais perigosos do mundo para o transporte de carga, baseados em fatores como guerra, greves, pirataria e roubo de cargas. Aqui também observamos riscos como queda de mercadoria, colisão, avaria durante o transporte, tombamento, extravio de carga e molhadura, que correspondem a grande parte da ocorrência de sinistros no país.

Conhecendo este cenário, entendemos que devemos atuar como uma extensão dos interesses de nossos clientes no que diz respeito a seguros e Gerenciamento de Riscos. O mercado de seguros e as formas de contratação  passaram por importantes mudanças na política de aceitação dos riscos. Atualmente as seguradoras trocam informações sobre as contas, histórico de sinistros, preocupação e nível de comprometimento dos empresários com o tema “Seguros + Prevenção de Perdas”. As empresas de transportes de cargas investem alto em Seguro, Gerenciamento de Riscos e Segurança. Além disso, é importante promover a interação e troca de informações entre os fornecedores de seguros, gerenciamento de riscos, seguradoras e empresas de segurança contratadas, bem como não restringir as análises técnicas, tratativas e negociações apenas à alta direção da empresa. A participação de todo o processo e etapas mencionadas do CPP (Comitê de Prevenção de Perdas) é saudável para construção de resultados importantes para as organizações.  As metodologias aplicadas pela Unnity na gestão do Programa de Seguros e Políticas de Gerenciamento de Riscos têm gerado resultados expressivos aos nossos clientes.

 

Fetrancesc – Como identificar se o corretor está preparado tecnicamente para atuar estrategicamente pela empresa? 

Cristiano – A velocidade com a qual tem ocorrido as mudanças na forma da contratação dos programas de seguros das empresas exige com que o corretor de seguros esteja alinhado com o mercado segurador nacional e internacional. O segurado/cliente também precisa permitir que o seu corretor conheça de forma abrangente o negócio de sua empresa, sua história e evolução. Enfim, que ele esteja efetivamente preparado para fazer com que todo o dinheiro investido no programa de seguros e Gerenciamento de Riscos permitam gerar oportunidades com o risco de perdas minimizado.

Você sabia?

Severidade. Este é um dos maiores riscos de boa parte das empresas e até das pessoas físicas quando falamos em seguro. Muitos segurados/clientes, motivados pela boa experiência de longos períodos sem qualquer tipo de ocorrência mais grave – o que chamamos de “Severidade” – acabam caindo em uma verdadeira “zona de conforto”. Eles, então, optam por não contratar coberturas mais amplas e Importâncias Seguradas compatíveis com sua exposição ao risco.. Em algumas oportunidades, ainda, o próprio corretor de seguros, para não correr o risco de perder o negócio pelo quesito “preço” e/ou por falta de conhecimento técnico e do negócio do cliente, não oferece as coberturas mais adequadas à realidade. Essas situações demandam muito conhecimento, comprometimento e transparência dos profissionais de seguros com o propósito de minimizarem os riscos de perdas e danos irreparáveis sem o suporte de apólices bem desenhadas.    


Sinistros. Tão importante quanto fornecer a orientação correta no momento da contratação do seguro, é o corretor estar muito bem preparado para o momento em que será necessário o atendimento aos sinistros amparados pelas apólices. Existem os sinistros de pequena monta, que habitualmente são mais “tranquilos” para serem resolvidos. No entanto, também existem aqueles sinistros mais graves e complexos, que demandam uma gestão e acompanhamento mais profissional, uma gestão do momento de crise. Nestes casos, a experiência e vivência do profissional de seguros e sua equipe irão minimizar os prejuízos e impactos às marcas das empresas envolvidas, o risco do agravo de danos. Ainda, em caso de sinistros de danos ao meio ambiente e apólices de Responsabilidade Civil Geral, o processo de regulação é muito mais complexo.

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